Ah por que eu sou tão relaxada? abril foi um mês de dois posts, mas enfim. Hoje é dia dos desenhos do mês, alguns rabiscos e outras coisas que não deram certo. Teve Mononoke, Marceline e eu desejando um estojo de aquarela decente...
quinta-feira, maio 01, 2014
Diário de Desenho: Abril
Ah por que eu sou tão relaxada? abril foi um mês de dois posts, mas enfim. Hoje é dia dos desenhos do mês, alguns rabiscos e outras coisas que não deram certo. Teve Mononoke, Marceline e eu desejando um estojo de aquarela decente...
domingo, abril 20, 2014
Clube do Filme: O Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças
Eternal Sunshine of the Spotless Mind
Diretor: Michel Gondry
Elenco: Jim Carrey, Kate Winslet, Kirsten Dunst,
Victor Rasuk, Mark Ruffalo, Tom Wilkinson, Elijah Wood
Gênero: Comédia / Drama / Romance
Ano: 2004
Sinopse: Joel (Jim Carrey) e Clementine (Kate Winslet) formavam um casal que
durante anos tentaram fazer com que o relacionamento desse certo. Desiludida
com o fracasso, Clementine decide esquecer Joel para sempre e, para tanto,
aceita se submeter a um tratamento experimental, que retira de sua memória os
momentos vividos com ele. Após saber de sua atitude Joel entra em depressão,
frustrado por ainda estar apaixonado por alguém que quer esquecê-lo. Decidido a
superar a questão, Joel também se submete ao tratamento experimental. Porém ele
acaba desistindo de tentar esquecê-la e começa a encaixar Clementine em
momentos de sua memória os quais ela não participa.
O elenco do filme
não é de longe um dos piores, ótimas atuações e paralelos na história que podem
te deixar confuso no incio, e se você não gosta de pensar melhor não perder seu
tempo. O Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças é aquele tipo
de filme que te deixa curioso na sinopse, te surpreende na fotografia, te
conquista pela história, e que no final, te faz pensar.
“Feliz é o destino da inocente vestal. Esquecendo o mundo e sendo por ele esquecida. Brilho eterno de uma mente sem lembranças.”
quarta-feira, abril 09, 2014
Roubando como Artista
O adorável e vasto o deserto que periodicamente se torna minha mente não é tão agradável quanto adorável. Não é legal ficar sem ideias. Mas acho que todo mundo já passou por isso, e a pergunta que todos queremos ver respondida não é o significado da vida, universo e tudo mais, mas sim, como se livrar dos bloqueios criativos?
Grilos cantando ao fundo e você na frente do computador/papel á horas, mas o que é que eu estou fazendo mesmo? Então resolve pesquisar no Google como acabar com esse terrível desconforto, mas nenhum resultado é satisfatório, afinal você já tentou de tudo, listas, dar um tempo, cantar no chuveiro...
Até agora nada de bom ou útil passou pela sua cabeça e então você resolve escrever um post sobre seu bloqueio criativo... mas nada ainda. A possibilidade de desistir é grande, e a vontade também, eu posso ir ler ou ir ver algum filme da minha grande lista, tenho tantas séries que quero assistir...Aparentemente ficar escrevendo asneira aqui não vai me trazer nenhuma iluminação espiritual altamente criativa. Talvez eu devesse me tornar uma ladra e começar a roubar ideias, afinal, foi o próprio Picasso que disse que "Bons artistas copiam, grandes artistas roubam", acho uma ótima filosofia de vida, acho que irei adotá-la pra mim.
Mas de quem eu roubaria? Acho que roubaria de cantores e suas letras melancólicas transformando-as em personagens e imagens concretas, converteria melodia em cor e ritmo em forma.
Roubaria de diretores, atores e escritores suas histórias, mundos e personagens, logo suas frases de efeito seriam minhas e só minhas, se alterariam para se encaixar nessa nova fotografia da minha vida, que teria figurino e elenco dignos de Oscars. Roubaria de pintores e desenhistas suas pinceladas, técnicas e estilo, e tudo o que eles já roubaram anteriormente, roubaria deles isso também. Tomaria suas mensagens e sentimentos, e faria de suas paletas de cores a minha.
Eu seria uma ladra, mas ninguém saberia, por que tudo isso seria tão eu e tão meu que seria impossível provar o contrário. Eu seria uma ladra, transformaria o nada em tudo e a inspiração em arte.
terça-feira, abril 01, 2014
Diário de Desenho: Março
Março acabou, mas foi um mês cheio de tempo ocioso escolar, o que significa, desenhos. Nesse mês eu devia ter praticado rostos, mas, culpada de novo, só desenhei faces femininas, é, tenho que aprender a sair da minha zona de conforto. PRATICAR MAIS!
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